ESCLEROSE MÚLTIPLA: RELAÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL

Autores

  • Gabriela Batista Santos FAESO

Palavras-chave:

Doença Desmielizante, Esclerose Múltipla, Doença Progressiva

Resumo

O Século XXI trouxe consigo diversas inovações tecnológicas que propiciou melhor qualidade de vida, porém acarretou diversas  mudanças no ritmo e na rotina diária das pessoas, assim surgiram muitos casos de estresse, depressão e outros transtornos  psicológicos. Diversas doenças, entre elas a Esclerose Múltipla, antes não muito compreendida merece destaque nos dias atuais, em decorrência da crescente incidência de indivíduos acometidos. A Esclerose Múltipla é conhecida como uma doença neurológica de grande freqüência, com tendência a acometer adultos jovens e principalmente mulheres. Diante disso, o objetivo desta pesquisa é analisar as características sócio ambientais em indivíduos com a doença. O procedimento dar-se-á a partir da coleta de dados de referências bibliográficas e pesquisa de campo com três indivíduos do gênero feminino que participaram voluntariamente de uma entrevista semi - estruturada que foi gravada e transcrita literalmente. Para análise de conteúdo foram colhidas as informações das entrevistas e distribuídas em quadros separados por categorias, sub-categorias, comparado-os aos dados literários. Os resultados apresentados pelos participantes com relação aos fatores ambientais e sociais vão ao encontro aos dados encontrados na literatura, ou seja são comuns aos dados existentes relacionados a patologia.

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Publicado

04/02/2022

Como Citar

Batista Santos, G. (2022). ESCLEROSE MÚLTIPLA: RELAÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL . Revista Hórus, 5(02), 210–221. Recuperado de https://estacio.periodicoscientificos.com.br/index.php/revistahorus/article/view/972

Edição

Seção

Artigos