RESPIRAÇÃO FRENO-LABIAL NÃO MELHORA O PFE E O VEF1 NA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)

Autores

  • Camila dos Santos Assis FAESO
  • Mayara Sakamoto de Araujo UNOPAR / UENP
  • João Paulo Manfré dos Santos FAESO

Palavras-chave:

Estudo de caso, DPOC, respiração freno labial, intervenção fisioterapêutica

Resumo

Este artigo foi realizado através de um estudo de caso, de uma paciente do gênero feminino, 67 anos de idade,  portadora de Doença pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) de predomínio enfisematoso, que se encontrava internada na Santa Casa de Misericórdia de Jacarezinho/PR. A intervenção fisioterapêutica consistiu da aplicação de um protocolo em fisioterapia respiratória onde foi utilizado o padrão ventilatório de respiração freno-labial (RFL) associado a movimentos dos membros superiores, para a verificação e análise dos efeitos desta técnica em relação aos valores de PFE, VEF1, CVF e razão entre VEF1/CVF% antes e após intervenção, foi realizada uma
avaliação desses fluxos respiratórios através da espirometria. Os resultados obtidos demonstraram pouca eficácia do protocolo exposto, confirmando a necessidade de novas pesquisas nesta área afim de proporcionar a estes pacientes melhora em sua capacidade respiratória, já que os valores da PFE e VEF1 reduziram após intervenção, porém valores da CVF e VEF1/CVF% aumentaram de forma pouco significativa.

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Publicado

04/04/2022

Como Citar

dos Santos Assis, C., Sakamoto de Araujo, M. ., & Paulo Manfré dos Santos, J. (2022). RESPIRAÇÃO FRENO-LABIAL NÃO MELHORA O PFE E O VEF1 NA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) . Revista Hórus, 6(01), 243–250. Recuperado de https://estacio.periodicoscientificos.com.br/index.php/revistahorus/article/view/1012

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