DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO NO FISIOTERAPEUTA

Autores

  • Cristiany Garcia de Deus UNIMAR
  • Edilene Gonçalves de Sales UNIMAR
  • Elisiane Tonon UNIMAR
  • Érilka Tonon UNIMAR
  • Cristiane Pereira Mello Munhos UNIMAR
  • Helio Vidrich Filho UNIMAR / FAESO / UNESP

Palavras-chave:

Fisioterapia, DORT, Dor

Resumo

: O objetivo deste trabalho foi detectar os principais DORT, em relação ao sexo, tempo de profissão, horas de trabalho e a região mais acometida. A coleta de dados foi realizada utilizando um questionário, aplicado para 37 fisioterapeutas de ambos os sexos, de Marília e região, divididos em 12 (32,4%) do sexo masculino e 25 (67,6%) do sexo feminino, na faixa etária de 24 a 49 anos, com uma média de 33,6 anos. Com relação ao sexo, 05 (41,7%) do sexo masculino e 18 (72%) do sexo feminino referiram dor (p < 0,05); quanto ao tempo de profissão, 06 (85,7%) que trabalham de 1 a 3 anos, apresentaram maior índice de queixa de dor; em relação às horas diárias de trabalho, 07 (70%) que trabalham de 6 a 8 horas, apresentaram maior freqüência de dores (p < 0,05) e constatamos que as regiões corporais mais acometidas foram: 12 (26,6%) cervical, 08 (17,7%) lombar, 06 (13,3%) torácica, 05 (11,1%) ombro, 05 (11,1%) punho, 03 (6,6%) mão, 03 (6,6%) joelho, 02 (4,4%) sacral e 01 (2,2%) cotovelo (p < 0,05). Concluímos que os DORT com relação às dores: estiveram mais presentes no sexo feminino; apareceram mais do primeiro ao terceiro ano de profissão; foram mais freqüentes no turno de trabalho de 6 a 8 horas; e a região cervical foi a mais acometida.

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Publicado

04/04/2022

Como Citar

Garcia de Deus, C., Gonçalves de Sales, E., Tonon, E., Tonon, Érilka, Pereira Mello Munhos, C., & Vidrich Filho, H. . (2022). DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO NO FISIOTERAPEUTA. Revista Hórus, 6(02), 60–67. Recuperado de https://estacio.periodicoscientificos.com.br/index.php/revistahorus/article/view/1016

Edição

Seção

Artigos